Mostrando postagens com marcador biblioteconomia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador biblioteconomia. Mostrar todas as postagens

11 de setembro de 2014

Um blog de bibliotecários para bibliotecários (:

Publicações periódicas de artigos acadêmicos, notícias, coletâneas de livros, vídeos e quadrinhos e divulgação de eventos, cursos e palestras. Tudo isso é oferecido em um site organizado e de fácil navegação, criado e administrado há cinco anos pelo bibliotecário Maurício Amormino (CRB-6/2422). “A ideia de criar um website surgiu na época em que eu cursava Biblioteconomia na UFMG, entre 2001 e 2005. Eu e alguns colegas criamos o blog BiblioTurma, mas as ferramentas daquele tempo requeriam um conhecimento mais especializado e por isso resolvemos abandoná-lo”, explica Maurício. Ele acredita que a “democratização” digital facilitou o compartilhamento de informação e viabilizou a concretização de um sonho: produzir conteúdo não somente para os bibliotecários, mas também para todos os profissionais da área. Confira!

Fonte: Blog CRB-6

15 de maio de 2014

SNBU: Peter Burke fará conferência em seminário de bibliotecas

Bibliotecas universitárias e o acesso público à informação: articulando leis, tecnologias, práticas e gestão é o tema do Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (SNBU), que acontecerá em Belo Horizonte de 16 a 21 de novembro. Em sua 18ª edição, o evento contará com a presença do historiador inglês Peter Burke.

Burke é doutor em História pela University of Oxford (Inglaterra). Foi professor da Princeton University (EUA) e atualmente é professor emérito da University of Cambridge (Inglaterra). Especialista em Teoria da História e do Conhecimento, Burke tem mais de 20 obras publicadas e traduzidas para 28 idiomas, entre elas A escrita da história: novas perspectivas ; Uma história social do conhecimento: de Gutenberg a Diderot ; Uma história social da mídia: de Gutenberg à internet e Uma história social do conhecimento II: da Enciclopédia à Wikipedia .

Na conferência de abertura do SNBU, o pesquisador ministrará a conferência A arqueologia do conhecimento e a arqueologia de bibliotecas .

Organizado pela Biblioteca Universitária da UFMG em parceria com outras instituições, o evento é reconhecido como um dos mais significativos fóruns de reflexão sobre biblioteconomia e ciência da informação e reúne pesquisadores de várias partes do país para discutir práticas de geração, produção e troca de conhecimento.

Inscrições

As inscrições para apresentação de trabalhos de comunicação oral ou sob a forma de pôster continuam abertas até o dia 18 de maio no site do Seminário. Os trabalhos devem abordar um dos cinco eixos temáticos: organização e serviços de informação, leis de acesso público à informação, gestão de bibliotecas universitárias, comunicação científica ou tecnologia.

Mais informações no site do SNBU ou na página do evento no Facebook.

Fonte: CRB6

5 de março de 2014

Sugestão de leitura: Bibliotecário Especialista


Fabiano é um bibliotecário que ao iniciar a sua vida profissional se deparou com inúmeras dificuldades de informação. Com a ajuda de especialistas, buscas na internet e no dia-a-dia da biblioteca reuniu um vasto material informacional que será útil aos bibliotecários recém formados. Seu objetivo neste livro é mostrar que o profissional bibliotecário de hoje, depara-se com o crescimento de diversas possibilidades de trabalho. Conscientizar cada vez mais, que o bibliotecário é o intermediário entre as diversas ferramentas para o acesso ao conhecimento existente em bibliotecas e centros de informação. Assim o profissional da informação deve estar preparado para valer-se de todas as mídias disponíveis para poder atuar, também como agente cultural.  Este livro apresenta: 

4 de dezembro de 2013

“Bibliotecas ruins fazem coleções. Bibliotecas boas realizam serviços (dos quais uma coleção é apenas um deles). Bibliotecas excelentes criam comunidades”

Fonte: Indexadora

Post traduzido do blog do R. David Lankes. Título original: Beyond the Bullet Points: Bad Libraries Build Collections, Good Libraries Build Services, Great Libraries Build Communities

Cá está o tweet que levou a este post:

“Bibliotecas ruins fazem coleções. Bibliotecas boas realizam serviços (dos quais uma coleção é apenas um deles). Bibliotecas excelentes criam comunidades”

Devido à limitação dos caracteres foi muito retwittado sem o conteúdo dos parênteses:

“Bibliotecas ruins fazem coleções. Bibliotecas boas realizam serviços. Bibliotecas excelentes criam comunidades”

Entendemos que esta última é mais impertinente, mas aparentemente também é mais controversa. Houve um número de respostas dizendo que bibliotecas excelentes também deveriam criar coleções. E eu achei que valia a pena adicionar um pouco mais de nuance e profundidade à discussão para além de 140 caracteres, então cá estamos.

10 de outubro de 2013

29 de setembro de 2013

Conhecendo o DOI



O Digital Object Identifier (DOI) Identificador de Objeto Digital é um sistema que permite a identificação e controle de materiais em meio digital, assim como funciona o ISBN para livros e ISSN para publicações periódicas. Com o aumento de publicações em meio digital o DOI permite o controle bibliográfico e a organização da informação na internet. Entre as principais vantagens deste sistema estão:


“• obter identificadores persistentes para publicações;
• aumentar a visibilidade e o acesso dos documentos publicados;
• possibilitar a transformação de citações em links navegáveis;
• identificar publicações que referenciam a publicação em questão;
• promover a persistência do endereçamento na Web, caso o material precise ser movido ou rearranjado;
• integrar formatos de dados, de modo que uma publicação em PDF, impressa ou em HTML, possua o mesmo identificador;
• atualizar dinamicamente os metadados, aplicativos e serviços, promovendo a recuperação de metadados atualizados;
• extender funcionalidades associadas aos nomes DOI, tais como participação em novos serviços colaborativos, detecção de plágio e verificação de atualização de versão dos documentos identificados;
• certificar publicações, no caso do Currículo Lattes do CNPq.”

Veja isto e muito mais na cartilha Atribuição de identificadores digitais para publicações científicas: DOI para o SEER/OJS elaborada pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia- IBICT que traz todas as informações sobre este sistema e sua utilização.

Fonte: AcessO HoT.

10 de junho de 2013

Curso de preservação promovido pela Universidade do Livro

A Universidade do Livro (Praça da Sé, 108, Centro, São Paulo, SP) promoverá nos dias 24 e 25/06, das 9h às 16h, o curso “Preservação de livros”.
Serão abordados temas como conservação preventiva, as causas da degradação das coleções bibliográficas, os materiais constitutivos dos livros, os diferentes estilos de encadernação de acordo com a sua finalidade, entre outros.
O objetivo é apresentar os principais conceitos, critérios de decisão e ações pontuais para preservar os livros.
O curso será ministrado por Ingrid Beck, consultora independente para preservação de acervos documentais, e Maria Isabel Garcia, proprietária de uma empresa de prestação de serviços de encadernação e conservação de acervos bibliográficos e documentais.
Para mais informações e inscrições, clique aqui.
Fonte: CRB 8°região.

28 de maio de 2013

Geração digital não sabe pesquisar

Na investigação realizada na Universidade de Charleston, nos Estados Unidos, ficou claro que os estudantes de hoje não sabem realizar uma pesquisa de forma efetiva.
Conforme os resultados, o grande inimigo está na comodidade que o meio digital oferece. Ferramentas de busca como o Google tornaram os alunos menos preocupados com a credibilidade de uma fonte de informação, por exemplo.
Para ler a matéria na integra clique aqui.





25 de maio de 2013

9 de maio de 2013

O novo presidente da Fundação Biblioteca Nacional

O cientista político Renato Lessa assume a biblioteca, em estado crítico, e, ao mesmo tempo, a organização da participação brasileira na Feira do Livro de Frankfurt, a mais importante do mercado editorial. Em entrevista ele fala sobre suas metas e o cenário "borgiano e kafkiano" que encontrou na FBN.


22 de abril de 2013

Aos curiosos: como é feita a classificação de livros nas bibliotecas?

Essa é uma explicação bem legal e resumida da classificação (números na etiqueta colada na lombada do livro, sabe?) feita pela Mundo Estranho:

Existem formas diferentes de catalogação, mas a mais utilizada é a Classificação Decimal de Dewey - CDD, para os íntimos - comum na maioria das bibliotecas em 135 países. Ela divide o conhecimento humano em dez grandes classes e atribui um número para cada uma. Depois, define números para as subclasses, sub-subclasses e assim por diante. Para entender o significado dessas seqüências, é preciso recorrer à enorme lista de convenções mantida e freqüentemente renovada pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. Por exemplo, se precisamos de um livro sobre religião, teremos de buscá-lo na classe 200, que é a das obras sobre religião. Se queremos uma Bíblia, encontraremos todas que houver no acervo, catalogadas na subclasse 220. Religiões não-cristãs e comparativas aparecem no 290, depois da Bíblia.

"Os livros são dispostos na estante obedecendo a essa ordem numérica crescente", diz a biblioteconomista Silvia Braga, da Universidade Bandeirante, em São Bernardo do Campo. Na segunda linha do código vêm as informações sobre o autor e o título da obra. Na terceira é possível saber se o livro está dividido em mais de um volume; e, na quarta linha, se há mais de um mesmo exemplar na biblioteca. Foi o americano Melvil Dewey (1851-1931) quem inventou esse sistema. Ele achava um absurdo os livros serem numerados de acordo com seu lugar na estante e não de acordo com o seu conteúdo. Isso exigia atualizações freqüentes, pois os acervos são dinâmicos, e fazia com que as bibliotecas tivessem formas diferentes de catalogar seus volumes.

Decifrando o código:
1. assunto
A centena 500 significa que o livro é da classe de ciências puras e a dezena 30 que o assunto é física
2. autor e obra
"W" é a primeira letra do sobrenome do autor e 378 é o número que o identifica. O "f" é a primeira letra do título da obra
3. disponibilidade
É o primeiro volume - o que pressupõe a existência de outros no acervo.


E meus amigos acham que eu tô só guardando livro e que por causa do tablet vou ficar desempregada tsc tsc tsc

18 de abril de 2013

SisEB promove duas palestras para bibliotecários e profissionais de bibliotecas‏

No dia 30 de abril – das 10 às 12 horas - acontecerá na Biblioteca de São Paulo a palestra A leitura na transformação de si e do mundo, com o Prof. Dr. Ezequiel Theodoro da Silva, da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A palestra é gratuita e as vagas são limitadas. Os participantes inscritos receberão certificados. Já fui na semana do bibliotecário e foi excelente!
Para obter informações completas sobre o evento e fazer sua inscrição, clique aqui.

A segunda palestra – A importância da biblioteca pública - será realizada em Santo André no dia 2 de maio pela coordenadora da Unidade de Bibliotecas e Leitura (UBL), da Secretaria de Estado da Cultura do Governo de São Paulo, Adriana Cybele Ferrari.
O evento será na Biblioteca Pública Municipal “Nair Lacerda”, das 19 às 21 horas, e é uma parceria entre o SisEB, a Rede de Bibliotecas de Santo André e o curso de biblioteconomia das Faculdades Integradas Coração de Jesus (Fainc).
A palestra é gratuita e serão fornecidos certificados aos participantes. Para obter informações completas sobre o evento e fazer sua inscrição, clique aqui.

17 de abril de 2013

Tudo o que você sempre quis saber sobre a biblioteconomia

Clique aqui  para ler na íntegra, maravilhoso texto explicativo do Moreno Barros, do blog Bibliotecários sem fronteiras, resumindo:
"- há 100 anos a biblioteconomia é considerada profissão do futuro e figura nessas listas de profissões
- visite as bibliotecas públicas e privadas perto da sua casa e tente conversar com os profissionais que trabalham lá
- visite bibliotecas, pegue livros emprestados e avalie se o serviço está sendo bem feito
- existem escolas de biblioteconomia nas principais universidades das capitais do País
- a relação candidato vaga e nota de corte do curso de biblioteconomia é bem baixo
- geralmente o pessoal que faz biblioteconomia segue para o mestrado e doutorado em ciência da informação
- eu não conheço nenhum bibliotecário minimamente competente que esteja desempregado
- o salário inicial gira em torno de R$2mil. bibliotecários seniors ganham em torno de R$6mil. mas tem gente que ganha R$20 mil
- quase ninguém entra no curso como uma primeira opção de carreira
- quase todos saem do curso apaixonados pela biblioteconomia"

9 de abril de 2013

Informação Audiovisual

O Informação audiovisual é uma empresa voltada para o trabalho, consultoria e formação de competências para a gestão da informação e documentação em imagens fotográficas, imagens em movimento e expressões sonoras, oferece diversos cursos como indexação de fotografias, e com um preço excelente para estudantes.

17 de março de 2013

Os bibliotecários e as séries de tv

A homenagem de Paulo Serpa Antunes ao Dia do Bibliotecário, no site TeleSéries, faz uma retrospectiva de como os bibliotecários costumam aparecer na televisão, separei algumas séries, veja a homenagem completa  clicando aqui.

                                

O personagem Rupert Giles, do drama de sci-fi Buffy, a Caça-Vampiros é certamente o mais popular bibliotecário da TV. Ao longo das três primeiras temporadas da série, o mentor da caça-vampiros Buffy, a treinou na biblioteca da escola Sunnydale High. Ser bibliotecário, poderíamos pensar, poderia ser apenas um disfarce. Mas os fãs de Buffy sabem que é mais do que isto: o local era o ponto de encontro da Scooby Gang, como ficou conhecido o grupo de amigos que a ajudavam a combater as forças do mal, e também era nos livros que o grupo encontrava as informações para combater vampiros e demômios – pra uma biblioteca escolar, eles tinham um senhor acervo de livros de magia!


Entre 2004 e 2008, a TNT produziu três telefilmes com Noah Wyle, inaugurando a franquia The Librarian na televisão. Noah Wyle é Flynn Carsen, um estudante-gênio, com 22 graduações no currículo, que vai trabalhar na Metropolitan Public Library. Ali ele descobre que seu papel é mais importante do que imagina: proteger uma seção secreta da biblioteca, que guarda itens mágicos. Quando uma parte da Lança do Destino é roubada da biblioteca, ele parte para uma viagem pelo mundo em busca do artefato. É, aqui temos o bibliotecário mais atlético, praticamente um Indiana Jones!


                           

Exibido em 1998 na TV americana, e claramente inspirado no filme adolescente O Clube dos Cinco (The Breakfeat Club), ele mostra que na escola da cidade de Capeside, os alunos que vão pra detenção precisam passar todo o sábado presos, na biblioteca, sob a supervisão da bibliotecária.


                              

Em Glee, no episódio Bad Reputation, Archie, Tina, Mercedes, Kurt e Brittany tentam posar de bad guys na escola e decidem fazer isto fazendo barulho na biblioteca (o que, no caso da série, implica em fazer um número musical). A biblioteca é zelada por uma senhora idosa, de óculos e cara de poucos amigos. Mas tudo o que eles conseguem, com uma performance de U Can’t Touch This, do MC Hammer, entre as mesas da sala de leitura é um elogio dela: “isto foi muito fofo”.

12 de março de 2013

Feliz Dia do Bibliotecário! :D

No Brasil, o Dia do Bibliotecário vem sendo comemorado em 12 de março desde 1958, em homenagem ao aniversário de nascimento do poeta Manoel Bastos Tigre, verdadeiro pilar da Biblioteconomia brasileira. 
Entretanto, só foi devidamente regulamentado com o Decreto nº 84.631, de 12 de abril, de 1980.
Desde então, têm sido inúmeros os festejos e comemorações pelo Brasil afora para homenagear aqueles que estão sempre defendendo a disseminação da informação e do conhecimento.



Fonte: Biblio Eventos

11 de março de 2013

Indexação

Achei esse post bem legal no Acesso Hot sobre Indexação automática e manual, a fonte é o artigo da Simone Bastos e você pode conferir na íntegra na Revista Ibict. 

8 de março de 2013

Eventos na USP

Apesar de não ter relação com o Dia do Bibliotecário, vale a pena conferir:
Seminário Internacional Sistemas de Informação e Acervos Digitais de Cultura, de 11 a 13 de março de 2013 no Auditório István Jancsó, da Biblioteca Mindlin.
R. Praça do Relógio, 109 Cidade Universitária CEP:05508-050 São Paulo - SP
Programação e inscrições no site Cultura Digital.

E como eu adoro uma feira de livros, o Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP recebe, a VII Feira de Livros nos dias 12, 13 e 14 de março, das 9 às 21 horas. 
A entrada é franca e o local é: R. do Matão, 1010 CEP: 05508-090 - São Paulo - SP.

Fonte: Eventos da USP.

Dia do Bibliotecário



Em comemoração ao Dia do Bibliotecário, estou pesquisando e postando vários eventos em São Paulo, quem souber de algum, por favor entre em contato pelos links ao lado.
Os eventos abaixo estão na página do CBR8.

Palestra: "A questão da leitura diante das novas tecnologias: qual o papel da biblioteca?" por Marilucia Bernardi na Faculdades Integradas Coração de Jesus (FAINC), dia 13 de março, 19h.


Debate: “Biblioteca pública como instrumento de cidadania e inclusão social”, dia 12 de março, 14h.
Local: Biblioteca Hans Christian Andersen
Endereço: Av. Celso Garcia, 4142 Tatuapé SP
Telefone: (11) 2295-3447

XI Prêmio Biblioteconomia Paulista Laura Russo
Tema: "Bibliotecas e centros de informação no séc. XXI: novos leitores, novas práticas, novos desafios", dia 12 de março de 2013, às 19h na sala Adoniran Barbosa, no Centro Cultural São Paulo.




Semana do bibliotecário na Biblioteca São Paulo, dias 12 a 14 de março, das 10h às 12h.
Dia 12 : "Novas demandas em bibliotecas públicas" com a Dra. Célia Ribeiro Zaher
Dia 13 : "Leitura, mediação e formação humana" com o professor Ezequiel Theodoro da Silva
Dia 14 : "Encontro com escritor" com Luiz Ruffato
Inscrições e mais informações, clique aqui.