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3 de outubro de 2013

7 livros difíceis de traduzir

1. Ulysses, de James Joyce (1918 – 1922)

2. Bliss, de Katherine Mansfield (1918)

3. Finnegans Wake, de James Joyce (1938)

4. Infinite Jest, de David Foster Wallace (1996)

5. Mason & Dixon, de Thomas Pynchon (1997)

6. Cloud Atlas, de David Mitchel (2004)

Para saber os motivos, clique aqui.

7. The Tree of Codes, Jonathan Safran Foer (2010)

Nenhum livro é intraduzível, é verdade, mas The Tree of Codes certamente é um quebra-cabeças desafiador – principalmente, por sua forma. A obra, do mesmo autor de Extremamente Alto e Incrivelmente Perto, é o que se pode chamar de livro-objeto - além de ser lido, ele pode ser experimentado como uma obra de arte visual.

A ideia nasceu da vontade do autor de criar um livro a partir de recortes, explorando a relação física entre as páginas e a maneira como isso poderia ser desenvolvido para criar uma narrativa. Para tornar isso palpável, Foer tomou como base o livro A Rua dos Crocodilos, de Bruno Schulz, e passou recortar e subtrair dele palavras, frases e parágrafos, esculpindo (literalmente) uma nova história. O trabalho artesanal foi elevado a uma publicação em grande escala e quem compra o livro pode folhear suas frágeis e poéticas páginas vazadas, como nas imagens acima. Como transpor essa mesma experiência (e seu processo) para outra língua?

30 de setembro de 2013

10 curiosidades literárias

1. Provavelmente, o primeiro poeta nascido em terras brasileiras foi Bento Teixeira. Seu livro Prosopopeia foi publicado em Lisboa, no ano de 1601.

2. O escritor de ficção científica Julio Verne voou apenas uma vez. Ele subiu em um balão em 1873.

3. A casa em que residia o escritor paulista João Antônio pegou fogo e o incêndio queimou todos os originais. Teimoso, escreveu tudo de novo. Malagueta, Perus e Bacanaço, o livro reescrito, publicado em 1963, virou clássico.

4. O paulista José Carlos Inoue entrou para o Guinness - Livro dos Recordes. Ele tem o recorde de romances já publicados no mundo. Foram 1.086, sob 39 diferentes pseudônimos.

5. O autor francês Georges Perec era maníaco por listas. Ele chegou até a escrever uma com as coisas que gostaria de fazer antes de morrer.

6. Mencionar seu nome, o de seu melhor amigo ou de algum conhecido em suas obras consistia em uma das brincadeiras favoritas do argentino Jorge Luís Borges.

7. Praticamente todos os romances de José Saramago têm um cachorro entre os personagens.

8. Em 1975, Clarice Lispector participou de um congresso de bruxaria na Colômbia. Ela começou seu discurso dizendo: "Eu tenho pouco a dizer sobre magia. Na verdade, eu acho que nosso contato com o sobrenatural deve ser feito em silêncio e numa profunda meditação solitária".

9. O escritor catarinense Cristóvão Tezza sempre escreve a primeira versão de suas obras a mão, apesar de saber mexer no computador.

10. Em 1934, Cecília Meirelles levou um chá de cadeira do poeta Fernando Pessoa. Ela e o marido combinaram um encontro com o autor em um bar em Lisboa (Portugal), mas ele nunca apareceu. O casal esperou por duas horas. Para compensar a ausência, Pessoa mandou a Cecília uma edição do livro Mensagem com a dedicatória: "A Cecília Meireles, alto poeta, e a Correia Dias, artista, velho amigo e até cúmplice, na invocação da Apolo e Atena, Fernando Pessoa".

12 de agosto de 2013

Literatortura

"O literatortura.com é um blog com material principalmente focado em literatura. Principalmente. Não unicamente. Já que há colunas especiais de: Cinema, História, Moda e Televisão. Tratando também de cultura [num geral], da sociedade, utilizando sempre uma visão crítica e diferenciada."

Vocês já devem ter visto alguma postagem do Literatortura sendo compartilhada na nossa página do facebook!
Bom agora que já entreguei uma "fonte" rs quero destacar uma matéria interessante que achei lá: Preço do Livro no Brasil sobe após 9 anos de queda e Mercado Editorial encolhe!
O título pode gerar certa ambiguidade e dar a entender que o mercado editorial encolheu porque o preço do livro aumentou. A resposta direta para esse questionamento é não, não foi esse o motivo. A principal razão foi o fato do Governo ter comprado menos exemplares do que em 2011 – e isso mostra o quão dependente do Estado ainda são as editoras.

Mas, antes que alguém taque pedras no governo, é necessário explicar que em 2011 houve uma grande compra e 2012 foi o ano apenas de “‘preencher” lacunas e reabastecer livros. Leia a matéria completa clicando aqui.