Todo mundo já sabe. Os livros da trilogia "Cinquenta Tons" foram escritos como fanfiction da série "Crepúsculo". A autora E. L. James redigiu a trama na internet a partir do universo criado pela escritora Stephenie Meyer, tratando dos recatados vampiros Bella e Edward.
Com o sucesso na rede, James mudou o nome dos personagens e a série vendeu 70 milhões de livros, aumentando em 75% o lucro da editora Random House em 2012.
Esse acidente vira agora modelo de negócios oficial para a Amazon. Na semana passada a empresa anunciou o serviço Kindle Worlds, que transforma a fanfiction em atividade profissional.
Funciona assim: a Amazon está adquirindo direitos não apenas sobre livros em si, mas também sobre seus universos ficcionais, como as séries "Gossip Girl" e "The Vampire Diaries".
Quem entrar no Kindle Worlds pode escrever tramas baseadas nesses universos, mudando o destino dos personagens e criando novas possibilidades.
Se a narrativa vender, a Amazon paga 35% do valor para o fã que fez o texto e um valor não revelado para o autor original do universo. É uma aposta que enxerga a criação literária como processo coletivo.
O problema é a pasteurização da fanfiction. As diretrizes da Amazon vedam conteúdo "ofensivo" ou "pornográfico" e a mistura de universos ficcionais diferentes.
Considerando que essa é a essência da fanfiction (como demonstra "Cinquenta Tons"), autores mais ousados vão permanecer nos fóruns underground. Em todo caso, a Amazon dá mais uma sacudida no mercado literário. Fonte: Folha de SP.
24 de julho de 2013
23 de julho de 2013
Biblioteca de discos de vinil
Em um espaço discreto, ao lado de uma loja de cozinhas de luxo, funciona a Biblioteca do Vinil, criada pelos DJs londrinos Sophie Austin e Elly Rendall. Seu estoque é composto de discos de vinil doados pelo público, com doações de diversos lugares do Reino Unido e de outros países. O objetivo da dupla era criar um lugar em que velhos e novos fãs de vinil pudessem encontrar um bom material para se divertir, pesquisar e aprender. Eles ainda têm planos de realizar aulas de DJ no local, além de outros eventos, como exibição de documentários musicais.
Para se tornar sócio é preciso pagar uma libra e apenas cinco discos podem ser emprestados de cada vez. A biblioteca funciona das 11h às 21h, de segunda a sexta-feira, e fica em Foulden Road, na região de Stoke Newington, Londres. Fonte: Catraca Livre.
Para se tornar sócio é preciso pagar uma libra e apenas cinco discos podem ser emprestados de cada vez. A biblioteca funciona das 11h às 21h, de segunda a sexta-feira, e fica em Foulden Road, na região de Stoke Newington, Londres. Fonte: Catraca Livre.
22 de julho de 2013
Apps para donos de animais
Empresas de tecnologia investem em produtos para deixar a vida de seu bichinho mais feliz - e a sua vida mais fácil:
Quer que seu animalzinho fique mais calmo e relaxe? Este app reproduz músicas especialmente criadas para as peculiaridades da audição de seu animal (seja ele um cão, um gato ou um cavalo). Além das músicas de relaxamento também há as apropriadas para caminhadas e para treinamento.
4. Tagg
Acompanhado por uma coleira, o app monitora a localização do seu animal através de um GPS. Além disso, ele também é capaz de registrar os sinais vitais do seu cachorro e indicar se ele está saudável e se está fazendo exercícios o suficiente.
5. Doggy Datez
É um app baseado em geolocalização que permite que você encontre outros donos de cães enquanto passeia com o seu pet. É possível 'marcar o seu território' (virtualmente, não como cachorros fazem) e descobrir que outros usuários do app visitaram sua área.
6. iCam
Não é um app exclusivo para donos de pets, mas serve para você stalkear (ou monitorar as atividades, para os mais sensíveis) de seu bichinho, enviando imagens ao vivo para seu aparelho mobile de uma webcam.
7. Pintofeed
Ideal para pets que estão acima do peso, mas cujos donos não podem ficar em casa monitorando sua alimentação. O Pintofeed é um depositório de ração que pode ser programado ou ativado remotamente para liberar uma porção para seu animal. Assim que o bichinho comeu tudo, você é notificado por SMS.
8. Petts.me
Um app em forma de mapa colaborativo que ajuda donos a reencontrarem animais perdidos. Se você vê um cão perdido, por exemplo, basta tirar uma foto do animal e enviar sua localização. Também é possível postar foto do seu animal perdido e pedir por ajuda - no momento, por exemplo, há dois cães encontrados e um desaparecido em São Paulo.
9. Snapcat
Esse não é um app realmente essencial, mas produz resultados divertidos - ele gera um ponto na tela que atrai gatos, como se fosse um ponto de luz no chão. O bichano, com sua pata, irá ativar a câmera e tirar uma 'selfie', uma foto dele mesmo.
O Petcube é um gadget acompanhado de um app que permite que você brinque com seu cão ou gato mesmo à distância. Dentro do cubo há um laser (de baixa intensidade, inofensivo para o pet) que pode ser controlado remotamente por um smartphone. Então você ou qualquer amigo seu pode brincar com o animal fazendo ele perseguir o ponto de luz. A ideia começou com o próprio cachorro de um dos criadores do app, Alex Neskin, que ficava latindo em casa, sozinho e deprimido, enquanto seu humano trabalhava. Então ele criou um protótipo do Petcube, que permitia que ele ou pessoas que acessassem o app brincassem com seu chiuaua. Agora a ideia é criar uma rede dentro do próprio app para que pessoas troquem dicas sobre os pets, além de brincarem com animais de outras pessoas.
2. Petometer
Permite que você crie um perfil para seu cachorro e monitora seus passeios. Então ele gera lembretes de quando você tem que levar seu companheiro para passear novamente, dicas de exercício e um histórico de suas caminhadas. Caso você tenha mais de um cão, o app aceita até 6 perfis de cachorros diferentes.
3. Pet acoustics
2. Petometer
Permite que você crie um perfil para seu cachorro e monitora seus passeios. Então ele gera lembretes de quando você tem que levar seu companheiro para passear novamente, dicas de exercício e um histórico de suas caminhadas. Caso você tenha mais de um cão, o app aceita até 6 perfis de cachorros diferentes.
3. Pet acoustics
Quer que seu animalzinho fique mais calmo e relaxe? Este app reproduz músicas especialmente criadas para as peculiaridades da audição de seu animal (seja ele um cão, um gato ou um cavalo). Além das músicas de relaxamento também há as apropriadas para caminhadas e para treinamento.
4. Tagg
Acompanhado por uma coleira, o app monitora a localização do seu animal através de um GPS. Além disso, ele também é capaz de registrar os sinais vitais do seu cachorro e indicar se ele está saudável e se está fazendo exercícios o suficiente.
5. Doggy Datez
É um app baseado em geolocalização que permite que você encontre outros donos de cães enquanto passeia com o seu pet. É possível 'marcar o seu território' (virtualmente, não como cachorros fazem) e descobrir que outros usuários do app visitaram sua área.
6. iCam
Não é um app exclusivo para donos de pets, mas serve para você stalkear (ou monitorar as atividades, para os mais sensíveis) de seu bichinho, enviando imagens ao vivo para seu aparelho mobile de uma webcam.
7. Pintofeed
Ideal para pets que estão acima do peso, mas cujos donos não podem ficar em casa monitorando sua alimentação. O Pintofeed é um depositório de ração que pode ser programado ou ativado remotamente para liberar uma porção para seu animal. Assim que o bichinho comeu tudo, você é notificado por SMS.
8. Petts.me
Um app em forma de mapa colaborativo que ajuda donos a reencontrarem animais perdidos. Se você vê um cão perdido, por exemplo, basta tirar uma foto do animal e enviar sua localização. Também é possível postar foto do seu animal perdido e pedir por ajuda - no momento, por exemplo, há dois cães encontrados e um desaparecido em São Paulo.
9. Snapcat
Esse não é um app realmente essencial, mas produz resultados divertidos - ele gera um ponto na tela que atrai gatos, como se fosse um ponto de luz no chão. O bichano, com sua pata, irá ativar a câmera e tirar uma 'selfie', uma foto dele mesmo.
Fonte: Galileu.
21 de julho de 2013
Minicurso de Astronomia
O Planetário Johannes Kepler realizará três minicursos de astronomia gratuitos. Uma boa oportunidade para quem quer aprender mais sobre o assunto, a programação acontece entre os dias 9 e 26 de julho.
Para participar dos encontros, que acontecem sempre às terças e sextas-feiras, é preciso ter 18 anos completos e se inscrever pelo e-mail Sabina@santoandre.sp.gov.br. Fonte: Catraca Livre.
Para participar dos encontros, que acontecem sempre às terças e sextas-feiras, é preciso ter 18 anos completos e se inscrever pelo e-mail Sabina@santoandre.sp.gov.br. Fonte: Catraca Livre.
Ensaio: casais grávidos
Faz tempo que não posto um ensaio fotográfico, então inspirada no bebê da Aline e do Fê, aqui está o ensaio da fotógrafa Jana Romanova, que captou cenas de casais dormindo ou sonolentos em um momento de bastante intimidade, onde não há preocupações com aparências e pode-se perceber melhor a atitude de cada um ao esperar seu bebê. Fonte: Zupi.
20 de julho de 2013
A Biblioteca e seu espaço no mundo digital
Sábado (13/07) tive o prazer de assistir uma palestra inspiradora do Dr. Klaus Ulrich Werner no Instituto Goethe sobre o novo papel da biblioteca, não tenho a intenção de reproduzir o conteúdo da palestra, mas gostaria de apresentar a biblioteca onde ele trabalha, ai entenderão aonde quero chegar e inspirar outras pessoas também, essa é a Biblioteca de Filologia da Universidade Livre de Berlin:
Agora pergunto: se a biblioteca vai deixar de existir, como muitos dizem, pra que investir em um projeto desse porte?
Vocês podem ler sobre o Dr. Klaus e descobrir um pouco sobre o conteúdo da palestra clicando aqui.
18 de julho de 2013
O Jogo-ensaio
Bateu preguiça de ler sobre questões como geopolítica, economia informal e outros temas "sérios"? Que tal então um jogo sobre esses assuntos?
Está se consolidando um gênero de games que pode ser chamado de "jogo-ensaio". São jogos bacanas, com boa jogabilidade, só que tratando em detalhes de temas complexos.
E com o brilho de um bom ensaio de jornalismo literário da revista "New Yorker".
Um precursor é o jogo "Unmanned", que fala dos drones, aviões militares não-tripulados que estão na ponta de várias discussões geopolíticas.
O game mostra a dimensão humana (e trágica) dos ataques com drones. O jogador entra na pele de um operador de drones e segue seus dilemas no dia a dia (a vida de civis em áreas politicamente instáveis depende de fatores como se ele tomou café ou está impaciente).
Outro jogo-ensaio é o "Papers, Please", em que o jogador atua como um oficial de imigração decidindo quem entra ou não no país. Não é fácil lidar como o drama de ter de recusar a entrada de refugiados ou autorizar pessoas claramente suspeitas, mas com papeis em ordem.
Por fim, um jogo bom para a realidade brasileira: "Cart Life" é um simulador de camelô. É também um detalhado ensaio sobre a economia informal, o drama do desemprego e as dificuldades de sobreviver no comércio de rua. Poucos textos foram capazes de apresentar a questão com tantos detalhes, de forma intrigante e divertida.
Nas entrelinhas dos jogos-ensaio está também uma boa discussão sobre o futuro das narrativas, da literatura e do próprio jornalismo. Fonte: Folha de SP.
Está se consolidando um gênero de games que pode ser chamado de "jogo-ensaio". São jogos bacanas, com boa jogabilidade, só que tratando em detalhes de temas complexos.
E com o brilho de um bom ensaio de jornalismo literário da revista "New Yorker".
Um precursor é o jogo "Unmanned", que fala dos drones, aviões militares não-tripulados que estão na ponta de várias discussões geopolíticas.
O game mostra a dimensão humana (e trágica) dos ataques com drones. O jogador entra na pele de um operador de drones e segue seus dilemas no dia a dia (a vida de civis em áreas politicamente instáveis depende de fatores como se ele tomou café ou está impaciente).
Outro jogo-ensaio é o "Papers, Please", em que o jogador atua como um oficial de imigração decidindo quem entra ou não no país. Não é fácil lidar como o drama de ter de recusar a entrada de refugiados ou autorizar pessoas claramente suspeitas, mas com papeis em ordem.
Por fim, um jogo bom para a realidade brasileira: "Cart Life" é um simulador de camelô. É também um detalhado ensaio sobre a economia informal, o drama do desemprego e as dificuldades de sobreviver no comércio de rua. Poucos textos foram capazes de apresentar a questão com tantos detalhes, de forma intrigante e divertida.
Nas entrelinhas dos jogos-ensaio está também uma boa discussão sobre o futuro das narrativas, da literatura e do próprio jornalismo. Fonte: Folha de SP.
17 de julho de 2013
Bibliotecas da USP, Unicamp e Unesp ainda não aproveitam potencial das redes sociais
Texto retirado do Estadão:
Giseli Adornato, de 33 anos, é a funcionária mais nova da biblioteca da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP). Talvez isso ajude a explicar por que ela criou, em 2009, o perfil do órgão no Twitter, hoje com cerca de 3,4 mil seguidores. “Precisávamos de mais canais de comunicação com nossos usuários, que estão sempre ligados nas redes sociais”, diz. Em 2011, Gisele e colegas lançaram o blog. Eles usam os canais para divulgar produtos e serviços, como aquisições de livros e tutoriais.
Ao buscar trabalhos acadêmicos em sua área de formação, a Biblioteconomia, ela não encontrou nada que falasse de mídias sociais. Daí veio a ideia de pesquisar o tema no mestrado. A dissertação Uso das Ferramentas de Redes Sociais em Bibliotecas Universitárias: Um Estudo Exploratório na Unesp, Unicamp e USP foi apresentada no ano passado à Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP.
Giseli descobriu que quase metade das 101 bibliotecas das universidades paulistas está nas redes sociais, em especial no Facebook e no Twitter. “Apesar das vantagens dessas ferramentas, elas ainda não são bem utilizadas para interagir com o público”, afirma. “As redes permitem uma comunicação mais informal e dinâmica e podem servir para atrair visitas de novos usuários.”
Chefe da seção de atendimento ao usuário na biblioteca da FEA-USP, Giseli deve criar em breve uma página institucional no Facebook. A biblioteca está na fase final de uma reforma que ampliou a estrutura física de 1,5 mil para 5 mil m². A bibliotecária comemora. Afinal, não faltarão novidades para ela postar na rede.
Bom, quem me conhece sabe que bato nessa tecla toda hora! Temos que nos modernizar e explorar as ferramentas disponíveis!
Giseli Adornato, de 33 anos, é a funcionária mais nova da biblioteca da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP). Talvez isso ajude a explicar por que ela criou, em 2009, o perfil do órgão no Twitter, hoje com cerca de 3,4 mil seguidores. “Precisávamos de mais canais de comunicação com nossos usuários, que estão sempre ligados nas redes sociais”, diz. Em 2011, Gisele e colegas lançaram o blog. Eles usam os canais para divulgar produtos e serviços, como aquisições de livros e tutoriais.
Ao buscar trabalhos acadêmicos em sua área de formação, a Biblioteconomia, ela não encontrou nada que falasse de mídias sociais. Daí veio a ideia de pesquisar o tema no mestrado. A dissertação Uso das Ferramentas de Redes Sociais em Bibliotecas Universitárias: Um Estudo Exploratório na Unesp, Unicamp e USP foi apresentada no ano passado à Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP.
Giseli descobriu que quase metade das 101 bibliotecas das universidades paulistas está nas redes sociais, em especial no Facebook e no Twitter. “Apesar das vantagens dessas ferramentas, elas ainda não são bem utilizadas para interagir com o público”, afirma. “As redes permitem uma comunicação mais informal e dinâmica e podem servir para atrair visitas de novos usuários.”
Chefe da seção de atendimento ao usuário na biblioteca da FEA-USP, Giseli deve criar em breve uma página institucional no Facebook. A biblioteca está na fase final de uma reforma que ampliou a estrutura física de 1,5 mil para 5 mil m². A bibliotecária comemora. Afinal, não faltarão novidades para ela postar na rede.
Bom, quem me conhece sabe que bato nessa tecla toda hora! Temos que nos modernizar e explorar as ferramentas disponíveis!
16 de julho de 2013
Livros de Biblio
Loja virtual de Livros de Biblio, pra quem já conhece o Paulo, agora não precisa esperar uma visitinha na facul ou encontrar ele em algum evento e pra quem não conhece ou é de outro estado, só clicar!
Jogadores de videogame vêem o mundo de forma diferente
Pesquisadores da Duke University (EUA) publicaram um estudo que promete ser o terror das mães que tentam desgrudar os filhos do videogame. Segundo a pesquisa, indivíduos com o hábito de jogar têm respostas cerebrais melhores e mais rápidas a quaisquer estímulos visuais.
Para os estudiosos, as nuances e a necessidade de reação durante o jogo aumentam a capacidade de extrair informações das cenas e episódios do dia a dia, como se os jogadores vissem o mundo de uma forma diferente.
Para se chegar a esses conclusões foram escolhidos 125 estudantes entre jogadores frequentes e aqueles que não tinham esse costume, que passaram posteriormente por testes de reação. A prova constituía em juntar os resultados de dois flashes de luz, o primeiro com uma sequência de oito letras e outro com um círculo que indicava a posição de uma das letras que acabaram de desaparecer. Em todos os resultados analisados, os jogadores frequentes tiveram um melhor desempenho.
A diferença indica que o grupo vencedor tem maior capacidade de perceber detalhes mais rapidamente e utilizar essa nova informação para decisões mais corretas. Para garantir que essas sejam as causas reais da superioridade dos gamers, os estudiosos analisarão mais a fundo a atividade cerebral para ver de que forma a mente deles foi treinada para atingir melhores resultados.
Fonte: Galileu.
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